Depois de ter dito num podcast que tinha atropelado uma pessoa na Amadora e abandonado o local, sem prestar auxílio, Tiago Grila foi identificado pela Polícia de Segurança Pública(PSP), como o próprio referiu nas redes sociais. A alegada vítima, Marina Braga, chegou a estar internada e, até hoje, está impedida de trabalhar. O influencer de 33 anos nega ser o autor do crime.

Afinal, tratou-se de uma estratégia de "marketing"? Tiago - que é natural da Amareleja, distrito de Beja - voltou a declarar a sua inocência na sua conta de Instagram, que tem mais de 35 mil seguidores."Volto a dizer: estou totalmente inocente, continuo a acreditar na justiça portuguesa e que seja apanhado o verdadeiro autor do crime... De qualquer forma, dei-me ao trabalho de procurar onde estava nesse dia e estava na Amareleja", escreveu no story.


Reprodução Instagram, DR


Já noTikTok, onde tem mais de 65 mil, Tiago Grila terá dito que estava a sair do país. De acordo com o Observador, o influencerpublicou esta quinta-feira, 27 de fevereiro, vários vídeos exclusivos para subscritores, onde informou que a decisão foi tomada por“questões de segurança”, uma vez que tem recebido “muitas ameaças”.

Tiago disse ainda que iria tirar "umas feriazinhas" até a polémica"estar resolvida" e que, para sair do país, deixou "uma procuração", garantindo assim que que não está a fugir.Embora não tenha revelado o destino, o jornal avançou que o influencerviajou para Angola, num voo da companhia local TAAG.


Veja também as declarações exclusivas da alegada vítima na 'Análise Criminal', da SIC: