Em Trás-os-Montes, os termómetros têm registadas temperaturas negativas, o que levou o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro a ativar o plano de resposta para o inverno. Para já, não há ainda grande afluência às urgências, mas os responsáveis de Saúde deixam recomendações importantes à população.

Pode dizer-se que o frio ainda não chegou em força a Trás-os-Montes, uma vez que a temperatura mais baixa desta época verificou-se na terça-feira com três graus negativos.

E quem saiu à rua esta quarta-feira de manhã já não sentiu tanto frio. A mínima registada foi de zero graus, ainda longe dos rigores do inverno transmontano, que este ano está a chegar mais tarde.

O frio é bom para a agricultura, mas não tanto para quem tem de andar na rua, sobretudo os estudantes que vêm de fora.

Os transmontados dizem à SIC que estão reparados para o frio, que vai permanecer nos próximos dias. Em zonas como Bragança, as temperaturas vão oscilar entre zero e um grau negativo.

Hospital de Vila Real ativa plano para o inverno

Os zero graus às primeiras horas da manhã desta quarta-feira, em Vila Real, começaram a ser amenizados com a abertura do sol, ainda que pouco.

Na cidade transmontana, quem tem de andar na rua já está habituado e acumula camadas de roupa, tal como é recomendado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

Nas casas, acendem-se os aquecimentos. A maior parte é a lenha, já que fica mais barato, mas há cuidados importantes a ter, nomeadamente o arejamento dos espaços onde estiverem lareiras ou braseiras.

O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro tem já ativo o plano de resposta para o inverno, altura em que costumam disparar os números de infeções respiratórias.

Para já, a situação está calma, mas semanalmente faz-se a monitorização da atividade dos centros de saúde e hospitais da região.

E para uma melhor resposta há uma ideia que os responsáveis da saúde repetem para que se torne uma prática entre os utentes: ligar sempre em primeiro lugar para a linha SNS 24.

Cuidados a adotar

Agora que o frio parece ter vindo para ficar, as autoridades de Saúde alertam para um maior cuidado com os grupos de risco, como idosos, crianças e doentes crónicos.

Evitar mudanças bruscas de temperatura, ingerir bebidas quentes e proteger as extremidades do corpo são algumas das recomendações da DGS.