Tsunoda, que iniciou o campeonato na Racing Bulls, vai sentar-se ao volante do novo monolugar já na próxima prova, precisamente, o Grande Prémio do Japão, cuja corrida está marcada para 06 de abril, enquanto Lawson fará o percurso inverso, transitando para a equipa satélite da Red Bull.

Após duas épocas incompletas na F1, Lawson desistiu na prova inaugural do Mundial de 2025, na Austrália, na sequência de um despiste, e terminou em 12.º lugar na segunda corrida, na China, depois de ter ficado na última posição na qualificação.

"Foi difícil ver o Liam [Lawson] debater-se [com o Red Bull] nas duas primeiras corridas e, como consequência, tomámos coletivamente a decisão de efetuar uma troca antecipada", explicou o diretor da escuderia, Christian Horner, em comunicado.

O neozelandês ganhou um lugar na Red Bull apesar de ter participado em apenas 11 corridas na categoria rainha do desporto automóvel e foi habitualmente mais lento do que Tsunoda nas seis provas que disputou no ano passado, quando eram colegas na RB.

"Entrámos em 2025 com dois objetivos: conservar o título mundial de pilotos [conquistado por Verstappen] e reconquistar o de construtores [perdido para a McLaren-Mercedes] e esta é uma decisão exclusivamente desportiva", justificou Horner.

Foi a primeira vez que a Red Bull trocou de piloto no decorrer do campeonato desde 2019, quando o francês Pierre Gasly foi substituído pelo tailandês Alex Albon, e Tsunoda vai tornar-se o sexto colega do tetracampeão mundial, em 10 épocas do neerlandês nesta escuderia.

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Lusa/fim