Esta terça-feira, 25 de fevereiro, Miguel Costa reuniu miúdos e graúdos no lançamento do seu livro, As Piadas Secas do Miguel, em Lisboa. Ao lado das duas filhas e de vários amigos, o artista apresentou um livro para toda a família que reúne cerca de 200 piadas secas.

Em conversa com o site Fama Show, Miguel Costa confessou que as piadas fazem parte da sua vida “desde pequenino”. “O primeiro livro de piadas com o qual tive contacto foi no primeiro ano do ciclo preparatório, atualmente o 5.ºano. Eu tinha um colega, meio inglês, meio português, que levava um livro [para a escola] com as 501 melhores piadas para crianças e, cada vez que ele o levava, eu pedia emprestado. Era capaz de ficar ali um dia inteiro. No fim do ano, ele fez-me uma surpresa e ofereceu-me o livro. Infelizmente, esse meu amigo tinha uns problemas de saúde e já morreu, mas ficou ali sempre bem presente”, começou por recordar.

“Este livro acaba por ser uma homenagem às pessoas que, ao longo da vida, me têm vindo a fazer rir (…) É uma boa maneira de me caracterizar, eu costumo dizer que sou parvo e as piadas são secas e parvas, às vezes. Mas achamos sempre alguma [piada] que arranca um sorriso a alguém. Comecei a contar, por acaso, no 'Alô Portugal', nem me lembro bem das circunstâncias. Mas depois, as pessoas começaram a pedir para eu contar as piadas e agora faz parte”, acrescentou.

Fama Show

O livro inclui ainda piadas secas de caras conhecidas como Ana Marques, Joana Marques, Daniel Leitão, Pedro Fernandes e Tiago Teotónio Pereira, assim como das filhas de Miguel Costa, Teresa e Luísa. Eu acho que as minhas filhas são muito melhores do que eu e já contam e inventam algumas. Acho que é um processo giro de se fazer em família. Há alturas em que eu conto e elas dizem: ‘que seca’, mas de repente, são elas que sacam uma piada. A mais nova gosto muito do livro e de o folhear. Pediu para lhe oferecer o primeiro livro de todos”, revelou.

No decorrer da conversa Miguel Costa falou ainda num próximo projeto que irá envolver os palcos e destacou a sua experiência como repórter do programa Alô Portugal. “Eu adoro pessoas, gosto do contacto com elas. Acho que aprendo muito com toda a gente (…) Acho que é possível aprendermos todos uns com os outros e é tão bom termos essa abertura. É uma televisão em que acredito e que gosto de fazer. Às vezes, quando eu era pequenino, gostava muito da televisão pelo encanto que ela trazia. Hoje em dia, acho que a televisão desce do pedestal e fala olhos nos olhos com as pessoas e é isso que eu sei e gosto de fazer”, completou.