
Diogo Beja marcou presença no mais recente episódio do podcast Dos Pés à Cabeça. À conversa com Vasco Palmeirim sobre "doenças, maleitas", o radialista falou sobre uma patologia que sofre.
De acordo com o explicado por Diogo Beja, apesar de ter "hipocondria", "agora menos", o comunicador pronunciou-se abertamente sobre outra fobia, a "germofobia", que acha que "vem de miúdo". "Nunca gostei de me sujar. Ficava todo muito 'nojentinho' (...) Depois em adulto tornou-se uma coisa mais grave", começou por explicar.
Mas como é lidar com esta condição numa estação de rádio na qual se partilha "imensa coisa"?
Segundo o radialista, "já foi mais complicado". "Acho que já foi mais complicado para mim do que é agora. Não é uma coisa que me impeça de viver no dia-a-dia", revelou, acrescentando a rotina que tem no trabalho.
"Os auscultadores não me fazem confusão. Eu nem penso nisso. Comecei a fazer rádio aos 15 [anos], já lá vão 30. Portanto pegar nos auscultadores e pôr na cabeça é a coisa mais natural para mim. Mas mexer no rato, mexer no teclado, tocar no ecrã para disparar alguma coisa, isso é daquelas coisas que já me faz confusão", disse.
"Quando a seguir vou pegar no meu telefone ou vou pegar no meu computador, venho sempre aqui ao bolso, tiro esta 'coisinha' e faço assim [spray nas mãos]. É álcool e esfrego as mãos antes de tocar no telemóvel ou no que quer que seja. Ando sempre com isto no bolso, o meu 'frasquinho' de álcool. Não é álcool gel. É álcool etílico 70%", explicou Diogo Beja.