A 11 de março de 2020, o novo coronavírus foi oficialmente declarado uma pandemia. Uma nova pesquisa quantifica o seu impacto, direto e indireto, em 18 países.
A covid-19 deixou marcas profundas em todo o mundo. Organização Mundial da Saúde estima que o excesso de mortalidade associado ao coronavírus seja de 14,9 milhões de pessoas nos dois anos e dois meses que durou a pandemia. Só que ficou muito por contar.
A covid-19 deixou marcas profundas em todo o mundo. Organização Mundial da Saúde estima que o excesso de mortalidade associado ao coronavírus seja de 14,9 milhões de pessoas nos dois anos e dois meses que durou a pandemia. Só que ficou muito por contar.
A 2 de março de 2020 eram registados os primeiros dois casos de covid em Portugal. A 18 de março foi decretado o estado de emergência, passando milhões de portugueses a viver 24 horas sobre 24 horas em casa.
Durante a pandemia da Covid-19, tanto os professores como os alunos tiveram de se adaptar ao ensino à distância. Segundo alguns docentes, essa altura marcou negativamente os jovens. Falta de atenção, dificuldades de aprendizagem e ansiedade são algumas das consequências.
Durante a pandemia da Covid-19, tanto os professores como os alunos tiveram de se adaptar ao ensino à distância. Segundo alguns docentes, essa altura marcou negativamente os jovens. Falta de atenção, dificuldades de aprendizagem e ansiedade são algumas das consequências.
Dada a conjuntura atual, com conflitos em várias geografias, pensar num novo fenómeno pandémico é uma visão perturbadora. Porém, os especialistas estão alinhados quanto à questão de que uma nova pandemia é apenas uma questão de quando e como. Resta saber se estamos preparados.
Dada a conjuntura atual, com conflitos em várias geografias, pensar num novo fenómeno pandémico é uma visão perturbadora. Porém, os especialistas estão alinhados quanto à questão de que uma nova pandemia é apenas uma questão de quando e como. Resta saber se estamos preparados.
Passados cinco anos do início da pandemia da Covid-19 há rostos que não se esquecem. Desde os especialistas e políticos que lutaram pela saúde pública até às vozes negacionistas que questionaram as medidas, recordamos oito figuras-chave que, entre a liderança e a controvérsia, marcaram uma das maior
Passados cinco anos do início da pandemia da Covid-19 há rostos que não se esquecem. Desde os especialistas e políticos que lutaram pela saúde pública até às vozes negacionistas que questionaram as medidas, recordamos oito figuras-chave que, entre a liderança e a controvérsia, marcaram uma das maior
A ex-diretora geral da DGS admite que a recuperação do período de isolamento será mais penalizadora para os mais idosos do que para os mais novos. “É evidente que têm sobressaltos na sua vida mas depois têm oportunidade de se regenerar. Não me parece que tenha havido danos irreversíveis”.
Se há quem defenda que a vacinação da Covid-19 salvou a humanidade, há quem acredite que esta só trouxe complicações e que ainda hoje sofremos as consequências.
Cinco anos após o aparecimento dos dois primeiros casos de covid-19 em Portugal, a 2 de março de 2020, Marta Temido (ministra da Saúde entre outubro de 2018 e agosto de 2022) afirmou, em entrevista à agência Lusa, que se “aprendeu muito pouco” com a pandemia que causou cerca de 29.000 mortes em Port
A antiga ministra da Saúde Marta Temido considera que se aprendeu pouco com a covid-19, dando o exemplo da falta de uma lei de emergência de saúde pública que permita decisões como o confinamento, sem comprometer quem as toma.
A antiga ministra da Saúde Marta Temido considera que se aprendeu pouco com a covid-19, dando o exemplo da falta de uma lei de emergência de saúde pública que permita decisões como o confinamento, sem comprometer quem as toma.
A antiga ministra da Saúde Marta Temido considera que se aprendeu pouco com a covid-19, dando o exemplo da falta de uma lei de emergência de saúde pública que permita decisões como o confinamento, sem comprometer quem as toma.
A pandemia trouxe "mudanças profundas" no mercado de trabalho, com empresas a readaptarem negócios: teletrabalho, gestão do tempo ou entregas em casa foram algumas das alterações que vieram para ficar, segundo associações, confederações patronais e sindicatos ouvidos pela Lusa.
Cinco anos depois de terem sido confirmados em Portugal os primeiros casos de contágio pelo coronavírus SARS-CoV-2, que causa a doença designada de Covid-19, a 2 de março de 2020, o responsável considera que “as coisas mudaram (…) de forma significativa”.
“O que vem descrito na literatura é que, de facto, a vacinação reduziu bastante a condição pós-Covid e as complicações e isso é também o que nós constatamos na prática clínica. Há um antes e um depois da vacinação”, adiantou à agência Lusa o médico internista, que coordenou a clínica ambulatória pós
Em declarações à agência Lusa, numa altura em que passam cinco anos desde o início da pandemia de covid-19, Jorge Reis Novais, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, assinalou que o país se encontra “exatamente na mesma situação” que em fevereiro de 2020.
A pandemia obrigou empresas e trabalhadores a adaptarem-se quase de um dia para o outro ao teletrabalho e acabou por influenciar a forma como se olha hoje para o trabalho remoto, tendo impulsionado o seu crescimento e o surgimento de novas formas de trabalho, diz à Lusa o professor de Economia da Un
A súbita travagem da atividade económica na sequência dos vários confinamentos (gerais e parciais) impostos como forma de travar a propagação do coronavírus, obrigou muitas empresas a fechar portas e colocou milhares de pessoas em casa – muitos sem possibilidade de cumprir a sua função em teletrabal
Os dois primeiros casos de covid-19 eclodiram há cinco anos "como um vulcão" em Portugal, culminando semanas de anúncios de casos suspeitos e intensos preparativos dos hospitais para receber infetados, recordou a então diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.