
Jogo contra a Espanha
“Procuramos crescer em todos os jogos. Sabíamos da diferença e que os pormenores podiam ter o seu peso. Nitidamente, as segundas bolas condicionaram-nos. No contra-ataque também acabámos por sofrer. Quando jogamos contra as melhores do mundo, estes pequenos pormenores pagam-se caro. Também há muitas coisas positivas. As dificuldades que conseguimos criar à Espanha, a maneira e a forma como fomos fechando muitas vezes os espaços, impedindo que a Espanha, apesar de ter mais domínio de jogo, não conseguisse entrar tantas vezes no último terço como costuma entrar contra outras equipas. Temos que continuar a crescer na capacidade de ter bola sob pressão. Isso aproxima-nos das equipas de topo.”
Voltar a encontrar as campeãs do mundo
“É um jogo diferente. As equipas que passam mais tempo a defender demoram mais tempo a recuperar. Quando se joga contra equipas poderosas, como a Espanha, temos que conseguir estar fresco.”
Ausências de Kika, Jéssica e Lúcia
“Cada jogadora dá-nos coisas diferentes. Sabemos que há jogadoras que conseguem responder melhor em alguns contextos, mas a verdade é que, não as tendo cá, não vamos chorar por elas. Este é um onze com qualidade suficiente para poder jogar um Campeonato da Europa. Confiamos muito em todas as jogadoras."